As pessoas têm a sábia arte de me desiludir.
Pensando melhor a desilusão é sempre provocada por nós. A nossa forma de encarar a vida , e tudo que ela encerra, é que é tão errada que permite que a desilusão seja um sentimento que ciclicamente surja.
Como um bom gestor, desculpem mas não tenho paciência para falsas modéstias, tenho de saber analisar friamente os prós e contras, encontrar os erros e corrigi-los.
O grande problema é que estamos a falar de um acumular de vivências que nos transforma naquilo que somos. Não foi a educação materna que me faz hoje distinguir o bem do mal, o certo do errado, pode ser a base de tudo, mas o que fui colocando em cima dessa base é que cimentou a construção da minha própria pirâmide do ser.
Viver desta forma e encarar cada situação do quotidiano assim faz-me pensar que, passados 30 anos, deveria ser uma pessoa mais dura, menos sociável, menos honesta e mais rude. Evidentemente que essa transformação é não só impossível como desnecessária. O melhor é criar mecanismos de defesa, pensando que nas próximas décadas vou continuar a ter de viver mais desilusões, suportando-as como posso e ultrapassando-as sempre com vontade de viver.
Pensando melhor a desilusão é sempre provocada por nós. A nossa forma de encarar a vida , e tudo que ela encerra, é que é tão errada que permite que a desilusão seja um sentimento que ciclicamente surja.
Como um bom gestor, desculpem mas não tenho paciência para falsas modéstias, tenho de saber analisar friamente os prós e contras, encontrar os erros e corrigi-los.
O grande problema é que estamos a falar de um acumular de vivências que nos transforma naquilo que somos. Não foi a educação materna que me faz hoje distinguir o bem do mal, o certo do errado, pode ser a base de tudo, mas o que fui colocando em cima dessa base é que cimentou a construção da minha própria pirâmide do ser.
Viver desta forma e encarar cada situação do quotidiano assim faz-me pensar que, passados 30 anos, deveria ser uma pessoa mais dura, menos sociável, menos honesta e mais rude. Evidentemente que essa transformação é não só impossível como desnecessária. O melhor é criar mecanismos de defesa, pensando que nas próximas décadas vou continuar a ter de viver mais desilusões, suportando-as como posso e ultrapassando-as sempre com vontade de viver.
Está então encontrada a solução... Ser mais forte e estar preparado para todas as desilusões que se seguem.
Tenho a certeza de uma coisa: amanha vou acordar com a mesma vontade de ser feliz.
1 comentário:
Amigo, concordo contigo.
Onde é que posso assinar??
A vida é uma luta, mas não é filha da outra Srª...
Mas também te digo: cá se fazem e cá se pagam, chama-se Lei do Retorno.
Aquele Abraço
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